Pular para o conteúdo principal

5 sinais de que você teve um bom divórcio


Saber o que o caminho percorrido te trouxe até aqui é sinal de muita disponibilidade pra fazer dar certo. 


Parabéns se chegou neste lugar!


É possível que você entenda que seu divórcio deu certo porque*: 


01 – Cada um está na posse do patrimônio que construiu e lhe cabia;


02- As ajudas financeiras mútuas e para os filhos estão de acordo com o necessário e possível;


03 – Não houve perdedor ou ganhador. Todos perderam ou ganharam;


04 – Todos estão prontos para uma nova vida;


05 – Conseguem até ter fins de semana livres para serem dedicados exclusivamente a cada um.


*“Manual do bom divórcio”, de Diana Poppe

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pais separados: quem escolhe a escola dos filhos?

  Este tema é recorrente em conflitos familiares pós- divórcio. A falta de consenso é tão grande que não é incomum as partes procurarem advogados para ajuizarem processos para o juiz decidir em que escola o filho vai estudar: se vai dar ganho de causa ao pai ou à mãe. Mas aí é que está a questão: o Estado não interfere na atuação privada neste nível. Uma vez, lendo o livro de Andrea Pachá, chamado “A vida não é justa”, ela mencionava, em uma das crônicas, que um caso como este foi parar em sua mesa como juíza de família e ela simplesmente deu um pito no advogado, quando este justificava que só ajuizou o processo porque o cliente insistiu, já que ele, advogado, sabia que aquele não era adequado a tramitar pelo Judiciário: quer dizer que o médico vai cortar a perna direita do paciente só porque ele está pedindo?  Não é assim! E ela, em audiência, falava com aquele pai e aquela mãe que simplesmente não conseguiam chegar a um acordo sobre se a criança estudaria na escola A ou B. E...

A advocacia familiarista é uma profissão de cura.

      Esses dias tenho refletido muito acerca da advocacia que escolhi fazer pra mim.   Dizem que a advocacia na área das famílias é quem escolhe os advogados. E realmente eu tenho meus motivos para ter sido escolhida por ela, especialmente depois que me conectei à psicanálise, que é uma profissão da escuta.   Esse escuta analítica compõe minha caixa de ferramentas da advocacia que eu faço, voltada para as famílias.   Encontrei o meu propósito dentro deste ramo da minha profissão exatamente quando me propus a não trabalhar e nem ser remunerada pelo litígio. Essa não é uma escolha natural pros advogados, que foram ensinados a processar tudo o que vissem de errado pela frente.   Advogados adoram bradar que a “advocacia não é profissão para covardes!”   Eu, sinceramente, estou a cada dia mais distante desse ambiente de luta, no sentido do litígio, de não me amedrontar pra juiz, etc e tal. Não me interessa nem mais ficar pensando...